Depois de um tempo farei sexo chapada.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
Corpos
Não me admira os corpos serem sempre tão iguais, tudo sempre aonde deve estar. Apenas réplicas de um manequim padrão
Exércitos de carcaças confundíveis, onde quem os esculpiu abusou da arte mais medíocre.
Um ser finito, conseqüentemente previsível, fraco e dependente, escravos das lagrimas e dos medos.
Perseguidores do desejo, viciados em si mesmos.
Pobre da alma, por habitar um corpo.
O corpo é minha maior limitação, gosto da diversidade de tamanhos, formas, da amplitude, da profundidade.
Porem, enquanto o mundo for dominado por corpos, serei desnecessária, despercebida, incompreendida e até manipulada por aqueles que expõe o que de melhor possuem. Corpos.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
21/22/05/2010
Pus a cabeça para fora da janela e fiquei olhando o céu coberto de estrelas.
Sua cidade natal nunca parece tão pequena numa noite bonita como essa, quando voce está por ai, rolando a noite.
É como se voce fosse o centro do mundo, por que é onde voce esta. Vem a esperança de estar livre do que voce foi antes.
Então em casa, mesmo deitada na minha cama, bem enrolada nas cobertas, ainda parecia que eu estava voando, atravessando em chamas a cidade vazia e sem graça, como se fosse um sopro de fogo.
Eu quero o mundo. Todo ele. AGORA.
Sua cidade natal nunca parece tão pequena numa noite bonita como essa, quando voce está por ai, rolando a noite.
É como se voce fosse o centro do mundo, por que é onde voce esta. Vem a esperança de estar livre do que voce foi antes.
Então em casa, mesmo deitada na minha cama, bem enrolada nas cobertas, ainda parecia que eu estava voando, atravessando em chamas a cidade vazia e sem graça, como se fosse um sopro de fogo.
Eu quero o mundo. Todo ele. AGORA.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
The poison.
Eu ainda sinto medo, medo do que vai acontecer, ou do que ele vá me dizer. Não importa se nada faz sentido, o incoerente fazia ter.
E a culpa, como o esperado, reina a dias nos meus pensamentos, e assumi-lá doi, ainda mais quando ja se cria o enredo todo, botando a culpa pra bem longe de mim, fazendo com que meu signo, meu remédio, minha asma, ou até mesmo minha mãe que me xingou aquela manhã, tenha mais culpa do que eu.
Ele tem veneno na língua, o diabo nos olhos, e minha estupidez a seu favor.
E se nao bastasse, usa da maneira mais errada, fazendo sempre o mais util as suas próprias necessidades.
O mundo é dele, e eu tambem sou.
Outra vítima contente.
Me matava todas as vezes que pronunciava qualquer frase em tom diferente, é inacreditável, não é possivel haver tanta dissimulação ali dentro, e mesmo assim, não abala nem um pouco o que sustenta a minha perssistência.
É um querer tão absurdo, tão inconsequente, que não é retribuido na mesma proporção.
Essa noite eu desejei ser cega, surda, muda, qualquer deficiência que me poupasse daquelas investidas. Que eu não resisti.
Fraca?
Não se pode chamar uma pessoa de fraca quando seu querer é mais forte do que a tentativa de afastar.
É como uma droga. O cheiro dele de roupa limpa, de perfume misturado com cigarros, me embebedam, enlouquecem, levam ao êxtase momentaneo. O auge. E por fim a angústia.
Aquela angústia de quando se esta querendo, precisando da overdose, uma daquelas que cegram qualquer sensação, Exceto a do prazer.
Eu preciso de qualquer deficiência que não me faça enxergar, querer, sentir, tudo isso que sem nem saber o porque, eu suporto.
Preciso de qualquer coisa fácil, que desfarce, que desfoque.
Entenda. Eu não posso sentir a dor outra vez. Reviver. Dobro.
Então vem a escolha. cultivar ou não vira um ponto de questionamento.
Ele sabe, que se eu cultivar, vou sofrer. Apenas não me conta. Cala. Consente. Me beija.
Não se esforça, não luta contra os pontos que me afastam dele, mas também não solta a corda, um falso herói, me deixando na corda bamba, porém, impedindo que eu caia.
Eu preciso de mais cigarros, um café forte e quente, um antidoto para o veneno que despeja dos seus lábios, eu preciso urgentemente de uma cura.
E a culpa, como o esperado, reina a dias nos meus pensamentos, e assumi-lá doi, ainda mais quando ja se cria o enredo todo, botando a culpa pra bem longe de mim, fazendo com que meu signo, meu remédio, minha asma, ou até mesmo minha mãe que me xingou aquela manhã, tenha mais culpa do que eu.
Ele tem veneno na língua, o diabo nos olhos, e minha estupidez a seu favor.
E se nao bastasse, usa da maneira mais errada, fazendo sempre o mais util as suas próprias necessidades.
O mundo é dele, e eu tambem sou.
Outra vítima contente.
Me matava todas as vezes que pronunciava qualquer frase em tom diferente, é inacreditável, não é possivel haver tanta dissimulação ali dentro, e mesmo assim, não abala nem um pouco o que sustenta a minha perssistência.
É um querer tão absurdo, tão inconsequente, que não é retribuido na mesma proporção.
Essa noite eu desejei ser cega, surda, muda, qualquer deficiência que me poupasse daquelas investidas. Que eu não resisti.
Fraca?
Não se pode chamar uma pessoa de fraca quando seu querer é mais forte do que a tentativa de afastar.
É como uma droga. O cheiro dele de roupa limpa, de perfume misturado com cigarros, me embebedam, enlouquecem, levam ao êxtase momentaneo. O auge. E por fim a angústia.
Aquela angústia de quando se esta querendo, precisando da overdose, uma daquelas que cegram qualquer sensação, Exceto a do prazer.
Eu preciso de qualquer deficiência que não me faça enxergar, querer, sentir, tudo isso que sem nem saber o porque, eu suporto.
Preciso de qualquer coisa fácil, que desfarce, que desfoque.
Entenda. Eu não posso sentir a dor outra vez. Reviver. Dobro.
Então vem a escolha. cultivar ou não vira um ponto de questionamento.
Ele sabe, que se eu cultivar, vou sofrer. Apenas não me conta. Cala. Consente. Me beija.
Não se esforça, não luta contra os pontos que me afastam dele, mas também não solta a corda, um falso herói, me deixando na corda bamba, porém, impedindo que eu caia.
Eu preciso de mais cigarros, um café forte e quente, um antidoto para o veneno que despeja dos seus lábios, eu preciso urgentemente de uma cura.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Despertar.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Mãos no casaco.
Eu evitaria qualquer um e todos os deslizes que são inevitáveis ao teu lado, fugi das palavras e caminhei até o silencio, em busca de não dizer o desnecessário, segurei meus braços pra ocultar os gestos que mostrariam o que eu sinto por te ter por perto; afastando eu evitaria todas as reações que tenho ao te ver, fugi das mãos geladas e borboletas no estômago, das falas erradas e olhares perdidos, desisti de sofrer antes, durante e depois de apenas estar por perto, fugi das da cobranças que me afundavam quando perdia a oportunidade de ser diferente de todas elas, corri em direção ao ar, em busca de senti-lo entrando nos meus pulmões, sensação que não tinha quando pensava em você. Sumiço covarde mas pensado, pensado em mim pela primeira vez, ausentar-se é risco pra quem já passou por tanto, como eu, mas nesse instante é a solução mais lógica e aceitável. Fugi da verdade, com um sumiço interessado na ideia de demonstrar meu desinteresse, parecendo não ligar, sumi apenas pra estar sempre ao teu lado, como aquela que nenhuma outra foi, embora ainda sendo aquela que fez o mesmo que todas as outras. Me afastei pra fazer a saudade nascer em outra pessoa, alem de mim mesma, me afastei pra permanecer todos os dias do teu lado. Estou certa de que a saudade fará á nos dois mais do que o sentimento fez comigo mesma.
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