(...) Deitada na cama, à noite, meu estômago roncava. Virei de lado e apertei os joelhos contra o peito. Eu me via ficando cada vez menor, como uma semente no solo, escuro feito a noite. Aqui estavam as estrelas e a cidade. Aqui estava o mundo rolando, e lá estava eu, esperando, bem no fundo, debaixo de tudo. (...)
Anjos do sagrado coração.
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