Não me admira os corpos serem sempre tão iguais, tudo sempre aonde deve estar. Apenas réplicas de um manequim padrão
Exércitos de carcaças confundíveis, onde quem os esculpiu abusou da arte mais medíocre.
Um ser finito, conseqüentemente previsível, fraco e dependente, escravos das lagrimas e dos medos.
Perseguidores do desejo, viciados em si mesmos.
Pobre da alma, por habitar um corpo.
O corpo é minha maior limitação, gosto da diversidade de tamanhos, formas, da amplitude, da profundidade.
Porem, enquanto o mundo for dominado por corpos, serei desnecessária, despercebida, incompreendida e até manipulada por aqueles que expõe o que de melhor possuem. Corpos.
Um comentário:
tassia.
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