Ele olhou em meus olhos e apontou todos os meus erros, e eu nem ao menos tive vontade de gritar, então, o que estava sentindo? De repente meu corpo estava mais leve, minha mente mais calma, entrei em um estado de paz que jamais pensei existir, tudo isso por conseguir me libertar.
[F] - *__*
sábado, 28 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Eu era. . .

Eu era uma daquelas meninas idiotas, que acreditava em tudo, ou em qualquer frase feita que um menino bonitinho dizia, acreditava em "TE AMO PRA SEMPRE", quando na outra semana o 'cara perfeito' tava afim, da minha melhor amiga. Fui crescendo assim, e me tornei o que sou agora, uma garota fria, me cansei de ser usada pelas pessoas. Apenas cansei. Eu sei que eu nao ganho nada com isso, apenas quero garantir que a minha vida nao seja arruinada, construida apenas de más lembranças. Abrirei meu coração para qualquer tipo de amor, mais o que eu realmente vou cultivar dentro de mim é amor próprio' que depois de tanto sofrimento eu descobri que é essencial.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Em Busca da Felicidade
Ela tentava olhar no fundo dos olhos dele, tentando entender o por que daquele brilho, ela tentava entender o que se passava na cabeça dele, mais era uma atitude inutil de sua parte, ja que ele parecia ter dominio sobre seus olhares, de uma forma que ela nao encontraria as respostas que queria.
Mais ela nao desistia, pois sabia que dentro daqueles olhos expressivos, estava a formula pra tanta felicidade, e certeza da vida, e ela queria isso pra ela tambem.
A garota queria respostas, entao começou a pensar em outras formas de desvendar o mistério para sua felicidade, ja que daqueles olhos não tiraria mais nada.
Vagou pelo tempo, esquecendo do resto do mundo, foi ai que percebeu, que ainda não havia encontrado a sua felicidade, por que procurava tanto dentro de outras pessoas, e se esquecera de procurar em um lugar lógico, dentro dela.
Foi então que resolveu sair daquele local cheio de gente e com barulho excessivo, aonde encontrava pessoas felizes e outras tentando ser, em meio a bebidas jogadas pelos cantos ou se agarrando com outras pessoas, como se a felicidade fosse se transportar através de um beijo, ou um contato físico maior.
Foi para um canto sozinha, com a cabeça tão cheia de pensamentos que ela nem sabia mais o que estava pensando, eram coisas distintas, sem lógica ou sequencia, que nao tinha nem mesmo tradução.
Encostou em um muro, deixando seu corpo escorregar por ele, as batidas do seu coração acompanhavam a velocidade dos seus pensamentos, veloz e quase perdendo o controle.
Estava tão cheia das coisas que havia dentro dela, amores mal resolvidos, brigas com a família, infeliz pelo atraso da realização dos seus sonhos.
Derrepente sentiu uma gota quente escorrer pelo seu rosto, o gosto amargo veio logo em seguida, e então desabou, seus olhos ficaram vermelhos e inchados em questão de segundos, o choro era da alma, gritava de acordo com a dor que sentia, das lembranças que tinha, um dia ela ja havia sido feliz, queria resgatar seu passado para seu presente, mais por alguma razão nao conseguia.
Colocou-se então a questionar:
- Por que isso só acontece comigo? As pessoas ao meu redor estao todas felizes, ou ao menos conseguem fingir, mais eu ao menos sei fingir, nem me lembro do que é ser feliz, e nem sei se realmente alguma vez eu fui. Mais que droga! isso deve ser algum tipo de brincadeira, mas quem ta brincando comigo? Por favor, eu só quero sorrir de dentro para fora, quero que a alegria que comece em mim contagie os outros, por favor.
E continuou a chorar desesperadamente, acho que nao disse o nome dela ainda não é mesmo? Mais acho que preciso dizer, o nome dela é Francielly, a menina que é digna de ser amada, mais nem sempre foi assim.
Francielly, era uma garota de 17 anos, loira de cabelos longos lisos, como daquelas modelos de comerciais de shampoo, seus olhos era cor de mel esverdeados, que ficavam como esmeraldas quando chorava.
Quem se aproximava dela, logo ia embora, pois ela era tão mal resolvida com seus conflitos e em sua vida, que ninguem queria fazer parte daquela confusão.
Tinha amigas, claro, pessoas que ela daria a vida por elas, mais que não sabem um terço do que se passa no coração dessa garota.
Ela quer se formar, pilotar avião é seu maior sonho, viver livre, se sentir como um pássaro, ver o mundo la de cima, deixar seus problemas abaixo dos seus pés, ao menos uma vez.
Suas amigas, eram seu porto seguro, mais com toda essa falta de perspectiva, e esperança, ela começou até mesmo deixar eles de lado, sorrindo para que ninguem vesse seu fracasso.
É Francielly era uma menina que não sabia resolver seus conflitos, toda vez afastava-se deles. Mais naquele momento, olhando a lua que pairava no céu, rodeada de estrelas mais solitária como ela, percebeu que estava se libertando, de parte da dor que havia nela, talvez aquele estava sendo o melhor momento de sua vida.
Ou pelo menos um começo dele.
E então foi ai que ela conseguiu retomar o fôlego, então soltou sua ultima frase de desabafo, revolta e loucura:
- Por que nem aos berros e rios de lagrimas eu consigo melhorar??
Sentindo seu coração voltar ao ritimo normal lentamente, olhou para os lados e agradeceu a rua por estar vazia, assim ninguém havia visto aquele seu momento.
Francielly não gostava de falar da sua vida para os outros, ela pensava que eles ja tinha problemas demais e que não seria justo despejar seus problemas em cima de outra pessoa, então encontrava refúgio em seu velho diário a quem dera o nome de Charlie.
Naquela noite, quando retornara a casa de sua amiga, que estava passando o final de semana, sentiu um vazio imenso dentro dela, e um medo maior ainda, afinal agora ela sabia aonde tinha que procurar a sua felicidade, mas o que havia dentro dela? Ela estava prota para procurar?
Despiu-se e foi para o banho, nua na frente do espelho do banheiro, parou por alguns segundos, e ficou observando, não viu brilho em seus olhos, só algumas espinhas e umas marcas de expressão que começavam aparecer, não se reconheceu, e quase que sussurando falou:
- Quem é você?
Mais ela nao desistia, pois sabia que dentro daqueles olhos expressivos, estava a formula pra tanta felicidade, e certeza da vida, e ela queria isso pra ela tambem.
A garota queria respostas, entao começou a pensar em outras formas de desvendar o mistério para sua felicidade, ja que daqueles olhos não tiraria mais nada.
Vagou pelo tempo, esquecendo do resto do mundo, foi ai que percebeu, que ainda não havia encontrado a sua felicidade, por que procurava tanto dentro de outras pessoas, e se esquecera de procurar em um lugar lógico, dentro dela.
Foi então que resolveu sair daquele local cheio de gente e com barulho excessivo, aonde encontrava pessoas felizes e outras tentando ser, em meio a bebidas jogadas pelos cantos ou se agarrando com outras pessoas, como se a felicidade fosse se transportar através de um beijo, ou um contato físico maior.
Foi para um canto sozinha, com a cabeça tão cheia de pensamentos que ela nem sabia mais o que estava pensando, eram coisas distintas, sem lógica ou sequencia, que nao tinha nem mesmo tradução.
Encostou em um muro, deixando seu corpo escorregar por ele, as batidas do seu coração acompanhavam a velocidade dos seus pensamentos, veloz e quase perdendo o controle.
Estava tão cheia das coisas que havia dentro dela, amores mal resolvidos, brigas com a família, infeliz pelo atraso da realização dos seus sonhos.
Derrepente sentiu uma gota quente escorrer pelo seu rosto, o gosto amargo veio logo em seguida, e então desabou, seus olhos ficaram vermelhos e inchados em questão de segundos, o choro era da alma, gritava de acordo com a dor que sentia, das lembranças que tinha, um dia ela ja havia sido feliz, queria resgatar seu passado para seu presente, mais por alguma razão nao conseguia.
Colocou-se então a questionar:
- Por que isso só acontece comigo? As pessoas ao meu redor estao todas felizes, ou ao menos conseguem fingir, mais eu ao menos sei fingir, nem me lembro do que é ser feliz, e nem sei se realmente alguma vez eu fui. Mais que droga! isso deve ser algum tipo de brincadeira, mas quem ta brincando comigo? Por favor, eu só quero sorrir de dentro para fora, quero que a alegria que comece em mim contagie os outros, por favor.
E continuou a chorar desesperadamente, acho que nao disse o nome dela ainda não é mesmo? Mais acho que preciso dizer, o nome dela é Francielly, a menina que é digna de ser amada, mais nem sempre foi assim.
Francielly, era uma garota de 17 anos, loira de cabelos longos lisos, como daquelas modelos de comerciais de shampoo, seus olhos era cor de mel esverdeados, que ficavam como esmeraldas quando chorava.
Quem se aproximava dela, logo ia embora, pois ela era tão mal resolvida com seus conflitos e em sua vida, que ninguem queria fazer parte daquela confusão.
Tinha amigas, claro, pessoas que ela daria a vida por elas, mais que não sabem um terço do que se passa no coração dessa garota.
Ela quer se formar, pilotar avião é seu maior sonho, viver livre, se sentir como um pássaro, ver o mundo la de cima, deixar seus problemas abaixo dos seus pés, ao menos uma vez.
Suas amigas, eram seu porto seguro, mais com toda essa falta de perspectiva, e esperança, ela começou até mesmo deixar eles de lado, sorrindo para que ninguem vesse seu fracasso.
É Francielly era uma menina que não sabia resolver seus conflitos, toda vez afastava-se deles. Mais naquele momento, olhando a lua que pairava no céu, rodeada de estrelas mais solitária como ela, percebeu que estava se libertando, de parte da dor que havia nela, talvez aquele estava sendo o melhor momento de sua vida.
Ou pelo menos um começo dele.
E então foi ai que ela conseguiu retomar o fôlego, então soltou sua ultima frase de desabafo, revolta e loucura:
- Por que nem aos berros e rios de lagrimas eu consigo melhorar??
Sentindo seu coração voltar ao ritimo normal lentamente, olhou para os lados e agradeceu a rua por estar vazia, assim ninguém havia visto aquele seu momento.
Francielly não gostava de falar da sua vida para os outros, ela pensava que eles ja tinha problemas demais e que não seria justo despejar seus problemas em cima de outra pessoa, então encontrava refúgio em seu velho diário a quem dera o nome de Charlie.
Naquela noite, quando retornara a casa de sua amiga, que estava passando o final de semana, sentiu um vazio imenso dentro dela, e um medo maior ainda, afinal agora ela sabia aonde tinha que procurar a sua felicidade, mas o que havia dentro dela? Ela estava prota para procurar?
Despiu-se e foi para o banho, nua na frente do espelho do banheiro, parou por alguns segundos, e ficou observando, não viu brilho em seus olhos, só algumas espinhas e umas marcas de expressão que começavam aparecer, não se reconheceu, e quase que sussurando falou:
- Quem é você?
[.]
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
12-13/O2/O9
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Pai (?

Eu queria que você não voltasse de lá, já que só me faz crescer a raiva, ao invez da saudade, eu preferia que voce ficasse lá, continuasse levando sua vidinha mediocre de sempre, e lembrando só de vez em quando que se tem uma filha, aprende que eu nao sou sua filha só 3 vezes por ano no natal aniversario e ano novo, eu queria ser sua filha quando aquele menino que eu gosto me deu um fora, ou quando eu precisei de um abraço me sentindo um lixo por tirar nota baixa. Agora eu tenho um pai, que faz tudo o que voce nao fez todos esses anos, Mais enfim e sua princesa aqui esta crescendo, acorda, não vou esperar suas crises acabar, para viver minha vida ... ( Pai )
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Quando eu era pequena:

Eu achava que era um absurdo uma casa que não tinha teto e não tinha nada, então não era uma casa! Até parece. Humpf!
Eu tinha certeza que no logotipo da Elma Chips, as bochechas eram os olhos, e os olhos os buracos do nariz daquele sorridente sorriso, e que no logotipo da Antarctica era um expressiva carinha vermelha que ficava me fitando com enormes olhos vermelhos, ao invés de dois pingüins idiotas –‘
Eu achava o máximo mastigar um Fandangos, cuspir a macinha dentro de outro Fandangos – usando a guisa de cuia – e por fim mandava aquela porca mistura. Eu me maravilhava , achando que tinha acabado de inventar um salgadinho com recheio. . . De salgadinho! -.-
Eu achava trevos de quatro folhas de monte no fundo de casa, ta bem, eram só três folhas, mais eu também não achava mal nenhum promove-los, colando uma quarta folha com durex :x. Eu pensava que meus pais não sabiam que eu estava fingindo estar dormindo no sofá só pra ser carregada no colo pro meu quarto.
Eu achava que se olhasse bem perto com atenção, eu ia ver minhas unhas e meu cabelo crescendo. Eu achava que podia mudar minha risada quando quisesse (sim, eu ficava treinando outras na frente do espelho), quando não pra dar uma incrementada a mais, eu quebrava uma dessas pulseiras de ferrinho e enfiava na boca fingindo ser aparelho e ainda por cima convencia as minhas amigas a porem também, e fazia elas sorrirem pra todo mundo, para que todos contemplassem o ‘nosso novo aparelho’. Eu pensava que nos dias de sol, desses bem claros se eu olhasse bem eu ia ver a África olhando alem do mar da Praia Grande.
Eu achava que deixar a TV fora do ar não era uma boa, pois podia ser uma porta de entrada para espíritos que fariam meu palhaço criar vida e tentar me matar ou me sugariam para dentro do aparelho e, depois, eu teria que “caminhar para a luz”. Mas isso era culpa de “Poltergeist”.
Eu pensava que podia comprar o que eu quisesse com o dinheiro do banco imobiliário, e quando eu ‘jogava’ no outro dia eu chegava na escola me gabando “eu comprei o Morumbi ontem” e todos acreditavam e me faziam prometer que eu os levaria lá um dia.
E achava que com 17 anos eu já ia ser rica bonita, e ia morar em Florianópolis em uma ilha que eu compraria e colocaria o meu nome, eu achava que podia ser desenhista (O que mostra que crianças não tem muita noção né?!) ou que podia um dia escrever algo que valesse a pena (o que mostra que as vezes agente acerta, valeu um post.)
Eu tinha certeza que no logotipo da Elma Chips, as bochechas eram os olhos, e os olhos os buracos do nariz daquele sorridente sorriso, e que no logotipo da Antarctica era um expressiva carinha vermelha que ficava me fitando com enormes olhos vermelhos, ao invés de dois pingüins idiotas –‘
Eu achava o máximo mastigar um Fandangos, cuspir a macinha dentro de outro Fandangos – usando a guisa de cuia – e por fim mandava aquela porca mistura. Eu me maravilhava , achando que tinha acabado de inventar um salgadinho com recheio. . . De salgadinho! -.-
Eu achava trevos de quatro folhas de monte no fundo de casa, ta bem, eram só três folhas, mais eu também não achava mal nenhum promove-los, colando uma quarta folha com durex :x. Eu pensava que meus pais não sabiam que eu estava fingindo estar dormindo no sofá só pra ser carregada no colo pro meu quarto.
Eu achava que se olhasse bem perto com atenção, eu ia ver minhas unhas e meu cabelo crescendo. Eu achava que podia mudar minha risada quando quisesse (sim, eu ficava treinando outras na frente do espelho), quando não pra dar uma incrementada a mais, eu quebrava uma dessas pulseiras de ferrinho e enfiava na boca fingindo ser aparelho e ainda por cima convencia as minhas amigas a porem também, e fazia elas sorrirem pra todo mundo, para que todos contemplassem o ‘nosso novo aparelho’. Eu pensava que nos dias de sol, desses bem claros se eu olhasse bem eu ia ver a África olhando alem do mar da Praia Grande.
Eu achava que deixar a TV fora do ar não era uma boa, pois podia ser uma porta de entrada para espíritos que fariam meu palhaço criar vida e tentar me matar ou me sugariam para dentro do aparelho e, depois, eu teria que “caminhar para a luz”. Mas isso era culpa de “Poltergeist”.
Eu pensava que podia comprar o que eu quisesse com o dinheiro do banco imobiliário, e quando eu ‘jogava’ no outro dia eu chegava na escola me gabando “eu comprei o Morumbi ontem” e todos acreditavam e me faziam prometer que eu os levaria lá um dia.
E achava que com 17 anos eu já ia ser rica bonita, e ia morar em Florianópolis em uma ilha que eu compraria e colocaria o meu nome, eu achava que podia ser desenhista (O que mostra que crianças não tem muita noção né?!) ou que podia um dia escrever algo que valesse a pena (o que mostra que as vezes agente acerta, valeu um post.)
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Família

Foi legal sair com meus pais hoje, eu até perdi as contas de quanto tempo faz que nós não nos divertimos juntos. Fomos comer algo, andar na represa, chupar sorvete, e depois cinema. [ /tipicoprogramadefámiliadedomingo] rs’
Eu tinha me esquecido como é bom comer batatinhas com as mãos, esquecido como o meu pai pode ser divertido se quiser, e de como eu posso passar uma tarde sem gritar com a minha mãe [/tá, só uma vez rs' quando ela veio me empurrando pra cima daqueles garotos --'].
Eu e meu pai corremos feito loucos em volta na represa comemorando a vitória do São Paulo *-* Claro que eu estraguei tudo caindo [ /novidade -.- ], mais nós rimos pra caramba, eu lambuzei minha mãe com sorvete, ensinei ela a falar um monte de gírias novas dizendo que ela precisava se "antenar" mais rs', eu ri muito depois de dez minutos quando meu pai disse: "Eu não quero peixe, quero carne!" e a minha mãe respondeu: "Nossa amor você ta roubando a minha viu", e depois piscou pra mim, como se diz 'aprendi viu'.
Me senti com 7 anos de idade de novo, e veio aquela onda de saudade, de nostalgia de quando eu e meu pai nos divertíamos na rua jogando futebol ou empinando pipa, enquanto as outras meninas montavam suas casinhas nos quintais de suas casas, de quando ele me ensinou a bater nos meninos caso eu 'precisasse' (claro que quando eu estava na 2º série, eu sempre precisava bater em alguém, --', eu. . . precisava (: )
Quando eu levava suspensão por bater nos meninos :x³ a minha mãe sempre dava a maior bronca no meu pai, e entrava numa onda de me dar bonecas '-', que claaro eu rancava suas cabeças cortava o cabelo e enchia de meia naquele interior oco pra jogar como bola na rua, e quando a minha mãe brigava, eu sempre falava que eu tava fazendo uma operação na boneca, e que sua cabeça precisava ser arrancada Uu'.
Hoje enquanto meu pai conversava com um amigo que ele encontrou na represa, minha mãe fez cafuné no meu cabelo igual quando eu tinha 6 anos e ela estava feliz comigo.
Eu sempre fui muito independente, nunca implorei afeto, e nem dependi muito dos meus pais, e isso criou uma ponte entre nós.
Ponte essa que ninguém tinha coragem de atravessar, eu por orgulho e eles por vaidade. Mais hoje, não existia mais pontes, nem orgulho nem vaidade, tudo isso deu espaço a uma coisa que eu havia esquecido que eu tinha "Família".
sábado, 7 de fevereiro de 2009
PS. Francielly

Na verdade eu nem ligo se alguém vai ler essa porra aqui, não eu não me importo mesmo! Eu criei um blog pra mim ter algum lugar alem do meu velho Charlie em que eu possa falar minhas tonteiras (: ³ . ‘Ohh o meu blog teve 23 comentarios hoje! Noooss to suuper popular’.
Desculpe meu amor mais se você tem um blog pra ele ser suuuper comentado, e ser ‘pop’. Ahh -- baby vai escrever um livro ou uma novela (Y) --.
Não tenho obrigação de escrever textos lindos que façam alguém se emocionar, ou sentir pena de mim. ‘Óh meu coração esta em pedaços, as noites só eram felizes quando ele estava aqui. Agora nada mais faz sentido. Eu quero morrer’ [/CAARA QUE DÓ CHOREI RIOS].
Naao eu não sou nenhum tipo de adolescente psicótica que não tem sentimentos e que não se comove com a dor dos outros, eu também escrevo textos melosos que fazem meu coração sangrar a cada palavra [/dó :/] rs’, Se algum dia eu escrever um texto triste é por que eu realmente estarei triste, não vou escrever nada pra impressionar ninguém, não vou escrever nada que não seja real. Sobre o que eu escrevo? Sobre tudo o que me enteressa, sobre tudo o que eu gosto e o que eu nao gosto tambem, sou critica, filosofa, palhaça e muito mais, só que ainda nao descobri minhas diversas personalidades. Leio muito, ouço musica alta, adoro rock, e odeio pessoas sem personalidade. .--.
Sabe o que é ridiculo? O que é mais tosco? Aquelas pessoas que passam no seu blog vão direto nos comentários e escrevem assim ‘lindo post’ quando você ta falando da morte do seu papagaio!
Neem lêem o texto e comenta só pra gente voltar e comentar também. Ah vai se ferra, se você quer mesmo comentar nessa droga, comente pelo menos algo que preste, ou algo que é mais inteligente que as tosquices que eu escrevo. :x .
Voce pode ter uma leve ideia de como eu sou, mais provavelmente estará errada. (6) Não faço parte dessa juventude clichê um bando de gente tosca que só chorou assistindo ‘um amor pra recordar’ e deu risada assistindo ‘as branquelas’ e só lêem crepúsculo por que lanço o filme e ta fazendo sucesso. Pior são aqueles idiotas que cantam Fresno e NX até ficarem roucos nos banheiros de suas casas deixando os pais loucos de tanta dor de cabeça e chegam no role e chamam as bandas de lixo ¬_ o’.
Acho que os adolescentes dessa geração não aprenderam o que é personalidade’, Fumam por que todo mundo fuma, escutam um tipo de musica que não gostam para ser aceitos em um grupinho que eles acham ‘legais’. Noss você é um dos moderninhos? Parabéns :D isso é uma coisa realmente construtiva na sua vida *-* rs’.
Eu não pago de metalera só por que escuto rock pesado, muito menos deixo de usar meu vestidinho por medo de me acharem paty. Eu não sou chata nem groça só realista .__.’ e to pagando de revoltada filho da puta rs’ [/tozuano] Eu não me importo com o que pensam, eu acho todos chatos hipócritas e por mim morreriam todos, não me faria falta alguma.
Acho que ta bom por um primeiro dia. (:³
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